COMO APRENDER COM MAIS FACILIDADE E DE FORMA ACELERADA

Tempo de leitura: 3 minutos

     Você já se deu conta de que na fase de zero aos três anos aprendeu rápido a fazer atividades complexas como andar, falar e observar?  Imagine se você tivesse conseguido manter a sua capacidade de aprender de forma acelerada?

      Nos primeiros anos de sua vida, você era possuidor de características maravilhosas, tudo em seu pequeno mundo era interessante demais, tudo merecia ser explorado, era quase impossível fazer você desistir ou conter sua tremenda curiosidade, sempre tinha que descobrir o “porquê”. Tudo lhe parecia bom.

     Mas, o que era mais importante, você era entusiasta, encontrava alegria em tudo que fazia, não havia nada que o aborrecesse.   Tudo parecia algo simples. Se quisesse alguma coisa valia a pena procurar.   Você não podia imaginar um só motivo para não fazer alguma coisa ou para não atingir um objetivo, você tinha certeza de que tudo era possível, você não sabia o que era ser pessimista, indiferente ou crítico.  Ainda não havia aprendido a ter medo, ansiedade ou desconfiança.

     No entanto aos poucos a criança vai perdendo suas características inatas porque a “educação”  nos coloca na  conformidade de tal forma que nos adequamos ao que  é transmitido e não somos estimulados a confrontar, refletir e questionar o que nos é ensinado. Apenas repetimos  o que recebemos sem questionamentos.

      O resultado dessa apatia no processo de ensino aprendizagem é o atrofiamento da capacidade de aprender.  A mente vai se condicionando a repetir padrões sem avaliar até encaixar dentro da expectativa das referências aceitáveis pela sociedade onde o professor é o dono da verdade e o aluno apenas um recipiente onde o conhecimento será acumulado.

APRENDENDO

      O ideal é descobrir a vocação e entrar em um esquema de aprendizado parecido com o da fase de criança.   As crianças ao aprender observam os modelos, experienciam praticando, não julgam seus erros.  Quando estão aprendendo a andar, ao cair reconhecem a queda como um resultado e não como um fracasso, entendem “onde” e “o que”  devem melhorar para se equilibrar melhor, levantam e seguem adiante até conseguir o objetivo.  Tropeçam, reconhece o tropeço, reestabelecem o equilíbrio e continuam firme no objetivo.   Elas não duvidam de si mesmas, se divertem com a própria insegurança dos primeiros passos, e assim criam um ambiente ideal de aprendizado.   Mas, é claro, a criança sempre teve o potencial, a vocação para a andar.  Isso já estava lá. Ela só não atrapalhou o desenvolvimento desse potencial. Não se condenou nem se criticou e continuou aprendendo.

      Seja no esporte ou no trabalho  todos nós já  tivemos momentos em que nossas ações fluíram como uma espécie de excelência sem esforço.  Os estudiosos chamam este estado de “fruição” e geralmente nessas horas nossa mente está calma e focada e nós nos superamos, aprendemos e nos divertimos.

      O ser humano desacelera o aprendizado quando desaprende a ser criança. As pessoas estão trabalhando demais e aprendendo de menos.  Nossa cultura tende a focar nos desafios externos e na competição do mercado, e esquece de que precisa trabalhar a performance individual. O foco das empresas é para resolver problemas “fora”, sendo que os bloqueios criados “dentro” da psique humana tem consequências negativas maiores e, muitas vezes, são ignorados.

CABEÇA LOTADA

      As Informações e instruções em exagero, acumuladas na cabeça geralmente, atrapalham o desempenho ao invés de ajudar porque em uma mente superlotada não sobra espaço para aprender.

 

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Sobre Magui Guimarães

Magui Guimarães é Master Trainer em PNL & Coaching, Consultora em Gestão de Pessoas, atua em Educação Corporativa e Coaching para executivos.

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