Quais são os tipos de profissionais diante das adversidades ?

Tempo de leitura: 2 minutos

    Segundo Paul Stoltz, fundador do Peak Learning, algumas pessoas quando se encontram diante dos obstáculos, paralisam e abandonam os seus intentos e adotam reações contraproducentes, lamúrias e reclamações que não contribuem para alcançar as metas. Poucos são os que continuam a escalar, superando obstáculos e chegando ao objetivo.

    Baseado em estudos Stoltz, criou uma tipologia para definir como as pessoas reagem as adversidades. O primeiro grupo é dos desistentes que são pessoas que se aposentam mesmo trabalhando. São os que já cederam ao peso do estresse, e sua capacidade de resposta é mínima. A postura é de fazer das adversidades situações catastróficas e vivem culpando os outros e se vitimando. Tem tendências ao cinismo, pois questionam as idéias dos outros com o único propósito de provar que elas não vão funcionar. Adquirem a postura de pessimistas, não fazendo nada para que as coisas dêem certo e, quando elas não funcionam, realizam a sua profecia de fracasso. Sentem-se vítimas e acreditam que o infortúnio vai durar para sempre e se alastrar por todas as áreas da vida.

   O segundo grupo é dos Campistas que ficam presos à zona de conforto e representam a grande maioria dos profissionais. É o profissional médio que quer se sentir seguro, então não ousa muito. Eles se consideram “realistas” e aparentemente parecem eficientes, mas quando as adversidades acumulam, desequilibram-se e tornam desistentes.

    A terceira classe é dos Alpinistas que se apresentam incansáveis na sua escalada. Adoram desafios e continuam escalando, pois acreditam que conseguem realizar o que se propôs. Aprendem com as derrotas, levantam-se e vão em frente. É possível que os desistentes e os campistas não se sintam muito confortáveis com eles, pois se envolvem em projetos que tiram as pessoas da zona de conforto.

    Esta separação em três categorias tem apenas o intuito de conscientizar as pessoas de que, independente do conhecimento técnico, a capacidade de responder às adversidades com inteligência emocional é o fator primordial para o sucesso profissional. Os estudiosos do comportamento afirmam que simplesmente o Quociente de Inteligência – QI e o conhecimento técnico não garantem sucesso. Setenta e cinco por cento dos líderes da atualidade são frutos de lares desajustados que tiveram de aprender na própria família a lidar de forma produtiva com as adversidades e que não se deixam perturbar pelas adversidades.

   O problema maior não é o problema em si e sim a incapacidade em acessar os recursos internos por conta de emoções improdutivas. Segundo Albert Ellis, a limitação não está no evento e sim na pobreza do modelo interno. A Programação Neurolinguística fornece um modelo interno para lidar com os obstáculos que auxilia a manter a inteligência emocional em momentos de pressão, contribuindo na melhoria da tomada de decisão. As ferramentas de autoconhecimento e o domínio das emoções da PNL, coloca o profissional em vantagem seja qual for a adversidade.

Sobre Magui Guimarães

Magui Guimarães é Master Trainer em PNL & Coaching, Consultora em Gestão de Pessoas, atua em Educação Corporativa e Coaching para executivos.

2 Comentários

  1. Maria Beatriz Pinheiro Peixoto

    Gostaria de receber informações sobre o curso de PNL.

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    1. Magui Guimarães

      Olá Beatriz, por gentileza ligue para a Escola de Ciências Comportamentais, 085 4106 3030, um de nossos atendentes terá prazer em ajudar. O seu e-mail será enviado ao nosso setor comercial, para que você possa ser notificada sobre os novos cursos. Obrigada.

      Responder

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